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Mostrando postagens de setembro, 2019

TEx 2019: Conferência Missionária “Start” (CCV)

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“Olhe para o futuro, e avance. Crie expectativas, inove.  Gere melhorias, e conecte-se. Busque resoluções, as nossas questões”. Como uma espécie rara e avançada, somos todos agraciados com inteligência; logo,  pensamos e refletimos em nossas ações e construções;  com a razão ao nosso favor percebemos que existimos,  e que participamos de algo bem maior que está realidade; vocês não acham? Isto nos diferencia de outros seres vivos e sua inconsciência, desde animais e plantas; pois,  mesmo que eles tenham alguns elementos de associação conosco, nos equiparar seria no mínimo estranho,  pois o ser humano é virtuoso; ao menos para Aristóteles. Já o universo, o qual contém galáxias, buracos negros, estrelas, planetas e tanta beleza;  tal que nem Armstrong (dos primeiros homens a ir para lua) conseguiu partir a contabilizar;  mostra a expansão, e que no resumo seria o infinito; mais é apenas ‘start’. Galileu Galilei se rendeu ao dizer que este universo ...

T08 2019: Reflexões de Discípulo Radical de John Stott.

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(Motivador para lermos bons livros, que implicam diretamente a vida) [c.1: Inconformado] Olhando com carinho para este livro; vemos suas palavras expondo em primeira instância o confronto do discípulo/ cristão, e seu radicalismo. (Original) O autor o conflita com as correntes do pluralismo, materialismo, relativismo e narcisismo da atualidade; este conjunto que não suporta andar de mãos dadas com o sujeito bíblico, porém ressalta se que: “Não devemos preservar nossa santidade do mundo, nem sacrificá-la nos conformando a ele”.   [c.2: Semelhança de Cristo] Parece que muitos clichês orbitam o modo de vida do cristão, e uma distância ao próprio Cristo é criada, havendo uma necessidade urgente de retorno. Mas, a que? A sua ENCARNAÇÃO, SERVIÇO, AMOR, LONGANIMIDADE e MISSÃO. Pois, é bem possível que as muitas palavras e/ ou a falta delas podem ter bem pouco a ver com o estilo de vida do homem da cruz; pois, para este modo tão glorioso é necessário o Espírito Santo, a fim de nos guia...

T06 2019: Quem somos nós? (T01 - 2016, Atualizada)

Trago por meio deste texto nossas influências, que por muitas vezes respondem à questão. Os três eixos que possivelmente nos influenciam sobre quem somos, são: A Cultura, a Ciência e a Religião.  Vertentes que afligem a nossa compreensão sobre a realidade e sobre o amor divino. Mesmo por meio desses pilares, que inferem a nossa vida, Jesus ainda devia ser o soberano em nossas escolhas, pois é o único que nos acessa a Deus. Compreendo a dificuldade que temos em acreditar e confiar em Jesus Cristo, pois obtemos diversos paradoxos por meio dEle. Observe, o bispo de Constantinopla com título de doutor da Igreja, Gregório Nazareno (330-390 d.C.), pensador e influenciador dos pensamentos teológicos na Idade Média apresenta alguns deles: - Sentiu-se cansado algumas vezes e, entretanto, é nosso descanso. - Pagou tributo como vassalo, e era o Rei dos reis. - Foi chamado de diabo, e, todavia, expulsou os demônios. - Orou, e é o que escuta as nossas orações. - Chorou, e no entanto é o que enx...

TEx 2019: A boa nova do evangelho? (2018, Atualizada)

Se eu fosse explicar para as pessoas, de qualquer contexto, diria que é muito difícil relacionar a teoria com a prática, ou a reflexão a ação, pois existe uma insuficiência humana, até “natural” para que haja essa distância; porém muitos acham estar integrados. Mas, a aproximação foi ignorada por uns (legalistas que achavam que viviam o suprassumo, “por si e para si”, mesmo no traje religioso - judeus) e criticada por outros (sábios que achavam que viviam o suficiente, “por si e para si”, mesmo em traje intelectual - gregos). Entretanto, em Jesus se teve o único momento da história que essa conexão foi possível; na unidade de seu nascimento, ministério, morte e ressurreição; a palavra se tornou carne, “a realidade”. (João 1.14). Todas aquelas histórias aparentadas fake news de autores antigos, que mais tarde seria motivo de debate por sua inspiração, se revelaram na prática. A literatura profética apresenta com impactado, nos colocando numa situação de ter que responder a esta verdade...

T 2018: Minha, nossa, esperança!

Chegamos na última sexta do ano, e carregada de insônia. Parece que ela quer atuação em todos os seus pontos. Mas quando se tem este dia semanal, penso não saber de fato no que me basear, veja: 1. No aguardo das 18h e início do Shabbat Shalom. Tradição do dia santificado judaico, versificando o domingo Cristão. 2. No aguardo das 18h e início da Happy Hour. Hora feliz; pois um ciclo produtivo se findou e festejar é mais que necessário. Assim começa o FDS (Final de Semana) para boa parte das pessoas, e talvez as nossas. Não surpreende que os momentos citados sejam possíveis rupturas do processo retilíneo de algum trabalho feito para um terceiro e/ ou para nós mesmos, a fim de se ater ao nosso sustento. No mais, os pontos 1 e 2 são os modos de opção de quem irei agradecer o que reconheço por “graça comum” ou bondade. Seguindo o campo lógico: 1. Busca o divino 2. Busca o próprio eu O como e onde estes pensamentos conscientes e inconscientes irão se encadear e nos levar eu não sei, mas como...

T 2018: Um eu segundo Deus.

Não posso recuar, sem medo. Depois de concentrar na importância de refletir, sentir, presumir e se questionar, abri o jogo sobre “um deus segundo eu”, ou nós, e mostrei algumas ideias sobre o divino (depois leia). Logo, já é hora de dizer o que nós somos segundo Ele, o outro lado; e é preciso temor e tremor para isso, pois não quero inferir em nada nessa dialética que veio e vem de forma vertical (dos céus a terra), e envolve uma dimensão horizontal (relação humana), onde temos em cada um a revelação da multiforme de Deus, mesmo em singularidades, juntas trazem algo, como um quebra cabeça. Em pelo menos um aspecto somos iguais; no sentido de que nada nesta realidade presente irá saciar a fome que nós temos; contarei um segredo, você já deve saber.  Ansiamos pela eternidade, todos nós, pois não nascemos para morrer, não para sempre. Acredita? E esta é uma grande pergunta: Se a morte aqui é certa, o que faremos com a nossa vida? Deixar um legado pode ser uma boa resposta. Mas, qual a...

T 2018: Um deus segundo Eu.

Tal título pode animar alguns, incomodar outros e ser de total irrelevância para muitos. Entretanto, seja você do credo (ou crença nenhuma) que for, saiba que o assunto nos envolve e relaciona, e não sou 'eu' que digo, mas a nossa forma de vida explicita. Não é novidade a sociedade líquida que vivemos,  e os valores que nos regem; eles estão no ter e no parecer (e não em ser).  Estas tendências segundo Bauman tratam seres humanos. E é daí que construímos alguma espécie de deuses, feitos do real, aliás, de várias 'notas de reais'. Esses deuses chegam a ser imperceptíveis, e não sei se são melhores do que os dos gregos e nórdicos. Um de categoria diferente remete ao conhecimento científico, ele nega por muito experiências metafísicas, prefere o concreto e a razão ligada à lógica. Pode derivar da frase de Galileu, de que o Universo possui uma linguagem universal, a matemática. Passar por Descartes e suas dúvidas de tudo, estruturando um discurso do metodológico; e no percu...

TEx 2019: Contraste. As filosofias em Rei Leão.

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Depois de longos vinte e cinco anos, uma das obras primas da Walt Disney foi remasterizada e passada nas telonas; a famosa animação cinematográfica “O Rei Leão”. Quando gostamos de uma obra é possível aumentarmos o seu nível de influência em nossos argumentos, mas declaro que aqui não será necessário este tipo de tratamento, pois a trama fala por si própria, do começo ao fim, bastando apenas observarmos de maneira pouco mais reflexiva. Porém, mesmo apenas assistindo de maneira técnica, muitos já fizeram seus comentários, análises e críticas do filme, logo reduzem o seu conteúdo. Nós mesmos já fizemos isto, não é mesmo? E como é redundante repetir o que já foi exposto. Então, o papel que cabe a seguir é o da diminuição de conclusões rasas ao enredo infanto-juvenil, e sim um mergulho aos fundamentos filosóficos que carregam a narrativa e a tensão entre as cantadas trilhas sonoras. Antes de focar nos chamados “ Ciclo da Vida” e “Hakuna Matata” relembramos o contexto. Estamos na savan...