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RESUMOS DE UM DISCIPULADO!

 Resumo 1: “O REINO E A REBELIÃO”  Negue-se a si mesmo! (Mt. 16.24) Deus criou o mundo, o ser humano, tudo perfeito. O seu Reino foi estabelecido. Somos imagem e semelhança dEle (Gn 1.26-27). Mas, o pecado fez o ser humano se rebelar contra o diretor da história. Então, onde nós estamos? (3.9) Onde está os nossos irmãos? (4.9), o que nos nos tornarmos? Quem sou eu? Não é preciso ir longe para perceber que o mundo está o “puro suco do caos”; a um estopim de outra guerra mundial.  Ainda assim, mesmo nesta condição caída, desde o Éden, Cristo nos convoca a ser seus discípulos, começando com a negação de nós mesmos.  Agora, o que importa é imitar a Jesus, em tudo. Somos chamados a nos vestir de Cristo. Nossa primeira pele. É na história dEle, que formos convocados a viver, e assim seguir. Resumo 2: “CRISTO ANUNCIADO”  Depois da Criação e da Queda da humanidade entramos em um ciclo de colapsos. Agora, estamos ainda mais carentes de um salvador, pois: •⁠  ⁠Caim e...

UM JANEIRO PROFÉTICO E POÉTICO

Este final de Janeiro (2026) foi bem agitado no “cenário evangélico”. Nós não apenas assistimos a cena, mas nos envolvemos, atuamos - fazemos, sentimos e pensamos sobre ela. Por isso, nos alegramos e sofremos - no meio, com a Igreja de Cristo. “Vais cuidar de mim, o Nordeste é um sinal (...)” (Ser tão teu - Coletivo Candieiro) Uma das nossas alegrias foi ver com os nossos olhos, na arena Pernambuco, às mãos de Deus. No The Send 2026, realizado em 5 estádios/ regiões - diferentes e simultâneas, percebemos a unidade da Igreja, o deixar das “placas” em prol de um propósito maior, “o envio” de pessoas ao serviço, as diversas facetas da obra missionária, através de um clamor de arrependimento. Foram cerca de 300 mil pessoas ao redor do Brasil fazendo história, começando pelo Nordeste. Recife/ PE, foi a primeira região a ser escolhida para realização desta assembleia solene dos discípulos, e ela não decepcionou. A “terra” da primeira Sinagoga, Igreja reformada, moeda, rascunhos da constitui...

O "ATO" FINAL? INICIAL?

Um dia antes do chamado “ATO FINAL”, liderado por Nikolas Ferreira, faço as minhas considerações. O jovem político brasileiro, mostrou ao longo dessa semana um nível de maturidade absurda, um despertar, logo no início de 2026.  Acompanho há algum tempo o seu trabalho, como a do Pavanatto, Malafaia, Feliciano, Campagnolo e outros, que procuram difundir a fé com a política.  Nem sempre essa interface é feita de maneira certa, e séria. Às vezes, os envolvidos exageram, erram a “mão” em seus discursos com citação de versículos, mas sem uma cosmovisão bíblica ampla. Porém, outras vezes, acontece o extraordinário! Nikolas, antes de suas atribuições públicas, é um cristão; e tem mostrado isso. Lembro, ele não é o Salvador, Jesus; não é o libertador, Moisés; não é um profeta, como Eliseu e Elias; muito menos um apóstolo, como Pedro e Paulo.  Podemos compará-lo com José e Daniel? Sim. Pelo exercício público e pelo seu coração fidedigno. Mas, não, pelo contexto histórico-geográfico...

PAULO, A ESCOLA E A METANOIA

Sério? Para que escola? Trago à memória o instante em que aquela querida professora o alfabetizou, que momento! Ali, nós, começamos a ler não só as palavras, mas o mundo. Porém, ler, só foi o primeiro passo. Começamos a entender, compreender - interpretar como as coisas funcionam, e “as escamas dos nossos olhos, pouco a pouco, começaram a cair”.  Como negar os nossos lares pedagógicos, os jardineiros do jardim - educacional? Ousamos criticar o lugar “daquele lugar”, em nossas vidas? Titio Paulo nunca o negou! Educação, formação e "desenvolvimento humano" eram parte dele, mesmo antes de ser um apóstolo.  Segundo o Pr. Elizeu Rodrigues, ele era a síntese da religião judaica, filosofia grega e do direito romano. Versado e conhecedor da cultura vigente, mais tarde, considerou toda a sua sabedoria como “esterco”, no momento que ouviu e olhou para Jesus.  Observe. Ele não jogou o que aprendeu aos pés de Gamaliel no lixo; porém, considerou tudo como perda, se não estiver aos pés...

COMO SE DESCONFORMAR?

DROPS UMADGUAR  (Reflexões em Rm. 12.2) 1. Conheça a Palavra;  Dentre tantos conteúdos, há o grande mandamento descrito nos evangelhos.  A. Amar o próximo.  Como? A ti mesmo.  B. Amar a Deus. Como? “Toda nossa” FORÇA, ALMA, CORAÇÃO E MENTE.   A mente aqui, será descrita como Razão. Séculos depois do Apóstolo Paulo o bispo de Hipona, Agostinho, nos ajudou a compreender que devemos: “Crer para Entender”, não o contrário! Em outras palavras, a fé antecede a razão.  Mas, veio o fim da Antiguidade e o Medievo, e com ele a alta cartesiana, com: “Penso, logo existo”, mostrando uma nova via, fora da igreja, para se conhecer a verdade. O método!  Mesmo Kant criticando essa tal “razão pura”, desconecta dos sentidos; o nosso modo de pensar foi totalmente influenciado.  Mais tarde, a fenomenologia de Husserl, e o existencialismo de Sartre; procurou ainda dar sentido ao “homem-mundo” sem Deus. Um parte da mente, outro, das ações.  Mas, e daí? Daí, te...

AMIGO DO NOIVO // FRIEND OF THE GROOM

Encerrando o FDS, descrevo um pouco, em metáfora, o que é ser um amigo do noivo.  Lembro, quando nós começamos a andar juntos, foi bem maluco. Mas, foi na igreja que pouco a pouco fomos nos conhecendo, e construindo uma irmandade.  Foram tantos cafés, almoços, jantares (saudáveis e gordurosos) cultos, eventos e passeios (incríveis e intensos) juntos, que na última década conseguiríamos preencher um álbum com tantas imagens geradas.  Ser amigo do noivo é conhecer sua canção, sua refeição, sua afeição. É caminhar lado a lado. Falar, ouvir. Ter tempo de mesa, de qualidade!  Mas, e quando a noiva chega? - Aí o amigo sai de cena, pois é hora da celebração! De apreciar  um pedaço da eternidade, no que é passageiro. Foi uma alegria completar essa missão, Que continua, em outra dimensão!  Sejam amigos do noivo, honrando a sua noiva. . To wrap up the weekend, I’ll describe, metaphorically, what it’s like to be a friend of the groom. I remember when we first started ...

O lugar da Angústia, Aflição e Apatia no discipulado Cristão

É muito interessante como a ideia do "seja positivo", ou do que chamo de “good vibes”, tem tomado a mente e o coração das pessoas. Seja no trabalho, ou até mesmo na igreja, essa forma de expressão tem esmagado a genuidade dos nossos pensamentos e emoções.  O "positivo" aqui, não é aquele que entende a corrente filosófica e política do positivismo clássico, apesar de beber dela em outras fontes. Este ser, também, não é aquele otimista, que analisa seus contextos, seus pares e a sua atuação no mundo de modo abrangente.  Atualmente, ser positivo parece ser algo maravilhoso, psicologicamente falando; e que a nossa proposição é uma loucura frente a realidade. Porém, a cultura do selfie nunca permitiria eu e você tirar uma foto de nosso real quadro, aquele que apresenta as nossas dores, pois sua tese é clara: “Sorria, jovem, acene! Você é bom, outros são maus. Tudo vai bem. Relaxa! De boas, suave - tá tranks” Logo, para que tantas máscaras? Demonstrar quem não somos, e se...