O "ATO" FINAL? INICIAL?
Um dia antes do chamado “ATO FINAL”, liderado por Nikolas Ferreira, faço as minhas considerações. O jovem político brasileiro, mostrou ao longo dessa semana um nível de maturidade absurda, um despertar, logo no início de 2026. Acompanho há algum tempo o seu trabalho, como a do Pavanatto, Malafaia, Feliciano, Campagnolo e outros, que procuram difundir a fé com a política. Nem sempre essa interface é feita de maneira certa, e séria. Às vezes, os envolvidos exageram, erram a “mão” em seus discursos com citação de versículos, mas sem uma cosmovisão bíblica ampla. Porém, outras vezes, acontece o extraordinário! Nikolas, antes de suas atribuições públicas, é um cristão; e tem mostrado isso. Lembro, ele não é o Salvador, Jesus; não é o libertador, Moisés; não é um profeta, como Eliseu e Elias; muito menos um apóstolo, como Pedro e Paulo. Podemos compará-lo com José e Daniel? Sim. Pelo exercício público e pelo seu coração fidedigno. Mas, não, pelo contexto histórico-geográfico...