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O "ATO" FINAL? INICIAL?

Um dia antes do chamado “ATO FINAL”, liderado por Nikolas Ferreira, faço as minhas considerações. O jovem político brasileiro, mostrou ao longo dessa semana um nível de maturidade absurda, um despertar, logo no início de 2026.  Acompanho há algum tempo o seu trabalho, como a do Pavanatto, Malafaia, Feliciano, Campagnolo e outros, que procuram difundir a fé com a política.  Nem sempre essa interface é feita de maneira certa, e séria. Às vezes, os envolvidos exageram, erram a “mão” em seus discursos com citação de versículos, mas sem uma cosmovisão bíblica ampla. Porém, outras vezes, acontece o extraordinário! Nikolas, antes de suas atribuições públicas, é um cristão; e tem mostrado isso. Lembro, ele não é o Salvador, Jesus; não é o libertador, Moisés; não é um profeta, como Eliseu e Elias; muito menos um apóstolo, como Pedro e Paulo.  Podemos compará-lo com José e Daniel? Sim. Pelo exercício público e pelo seu coração fidedigno. Mas, não, pelo contexto histórico-geográfico...

PAULO, A ESCOLA E A METANOIA

Sério? Para que escola? Trago à memória o instante em que aquela querida professora o alfabetizou, que momento! Ali, nós, começamos a ler não só as palavras, mas o mundo. Porém, ler, só foi o primeiro passo. Começamos a entender, compreender - interpretar como as coisas funcionam, e “as escamas dos nossos olhos, pouco a pouco, começaram a cair”.  Como negar os nossos lares pedagógicos, os jardineiros do jardim - educacional? Ousamos criticar o lugar “daquele lugar”, em nossas vidas? Titio Paulo nunca o negou! Educação, formação e "desenvolvimento humano" eram parte dele, mesmo antes de ser um apóstolo.  Segundo o Pr. Elizeu Rodrigues, ele era a síntese da religião judaica, filosofia grega e do direito romano. Versado e conhecedor da cultura vigente, mais tarde, considerou toda a sua sabedoria como “esterco”, no momento que ouviu e olhou para Jesus.  Observe. Ele não jogou o que aprendeu aos pés de Gamaliel no lixo; porém, considerou tudo como perda, se não estiver aos pés...

COMO SE DESCONFORMAR?

DROPS UMADGUAR  (Reflexões em Rm. 12.2) 1. Conheça a Palavra;  Dentre tantos conteúdos, há o grande mandamento descrito nos evangelhos.  A. Amar o próximo.  Como? A ti mesmo.  B. Amar a Deus. Como? “Toda nossa” FORÇA, ALMA, CORAÇÃO E MENTE.   A mente aqui, será descrita como Razão. Séculos depois do Apóstolo Paulo o bispo de Hipona, Agostinho, nos ajudou a compreender que devemos: “Crer para Entender”, não o contrário! Em outras palavras, a fé antecede a razão.  Mas, veio o fim da Antiguidade e o Medievo, e com ele a alta cartesiana, com: “Penso, logo existo”, mostrando uma nova via, fora da igreja, para se conhecer a verdade. O método!  Mesmo Kant criticando essa tal “razão pura”, desconecta dos sentidos; o nosso modo de pensar foi totalmente influenciado.  Mais tarde, a fenomenologia de Husserl, e o existencialismo de Sartre; procurou ainda dar sentido ao “homem-mundo” sem Deus. Um parte da mente, outro, das ações.  Mas, e daí? Daí, te...

AMIGO DO NOIVO // FRIEND OF THE GROOM

Encerrando o FDS, descrevo um pouco, em metáfora, o que é ser um amigo do noivo.  Lembro, quando nós começamos a andar juntos, foi bem maluco. Mas, foi na igreja que pouco a pouco fomos nos conhecendo, e construindo uma irmandade.  Foram tantos cafés, almoços, jantares (saudáveis e gordurosos) cultos, eventos e passeios (incríveis e intensos) juntos, que na última década conseguiríamos preencher um álbum com tantas imagens geradas.  Ser amigo do noivo é conhecer sua canção, sua refeição, sua afeição. É caminhar lado a lado. Falar, ouvir. Ter tempo de mesa, de qualidade!  Mas, e quando a noiva chega? - Aí o amigo sai de cena, pois é hora da celebração! De apreciar  um pedaço da eternidade, no que é passageiro. Foi uma alegria completar essa missão, Que continua, em outra dimensão!  Sejam amigos do noivo, honrando a sua noiva. . To wrap up the weekend, I’ll describe, metaphorically, what it’s like to be a friend of the groom. I remember when we first started ...

O lugar da Angústia, Aflição e Apatia no discipulado Cristão

É muito interessante como a ideia do "seja positivo", ou do que chamo de “good vibes”, tem tomado a mente e o coração das pessoas. Seja no trabalho, ou até mesmo na igreja, essa forma de expressão tem esmagado a genuidade dos nossos pensamentos e emoções.  O "positivo" aqui, não é aquele que entende a corrente filosófica e política do positivismo clássico, apesar de beber dela em outras fontes. Este ser, também, não é aquele otimista, que analisa seus contextos, seus pares e a sua atuação no mundo de modo abrangente.  Atualmente, ser positivo parece ser algo maravilhoso, psicologicamente falando; e que a nossa proposição é uma loucura frente a realidade. Porém, a cultura do selfie nunca permitiria eu e você tirar uma foto de nosso real quadro, aquele que apresenta as nossas dores, pois sua tese é clara: “Sorria, jovem, acene! Você é bom, outros são maus. Tudo vai bem. Relaxa! De boas, suave - tá tranks” Logo, para que tantas máscaras? Demonstrar quem não somos, e se...

ANTES E DEPOIS (ERA/ SERÁ)

Por que nós sentimos a necessidade de saber como era antes da criação e por que Deus criou tudo ? (...) posso argumentar um pouco. Já que a pergunta é sincera.  Percebi que a Bíblia é texto base aqui, então vou fazer um caminho que (1) começa nela, (2) recai na história e (3) nos incomoda. Blz?  1.⁠ ⁠A Bíblia diz. Em Dt. 29.29, as coisas encobertas pertencem a Deus, e as reveladas a nós e nossos filhos (descendentes) Esse texto está no final do Pentateuco, perto de uma transição geracional, e revela duas coisas: (A) Tem coisas que eu e você não conheceremos, mistérios talvez revelados somente na Eternidade. Todavia, (B) há coisas reveladas, que estão dispostas como uma mesa cheia de comida gostosa. Então, comam, desfrutem!  A Bíblia nos ajuda nisso. A saber separar e nos submeter. Tudo bem até aqui? 2.⁠ ⁠A história diz. Na Bíblia vemos salmos (poesia hebraica) sobre a criação, correntemente, os profetas olham para o futuro (Cristo), já a ideia do que antecede a existência...

A TODOS OS ASSEMBLEIANOS

Uma introdução e atualização aos que desconhecem a própria história, e vivem perdidos dentro de sua casa.  EU SOU DA “BLÉIA”?  Saúdo a igreja com a paz do Senhor. O termo “bléia” se tornou comum no meio evangélico, para denominar ou caracterizar jovens cristãos que congregam nas Assembleias de Deus (ADs). Esta denominação, muitas vezes é rotulada de forma depreciativa, por quem não a conhece, não há vive e nem a ama.  Pela graça do Senhor, tirando os católicos, ela é a maior igreja do país. Não me refiro ao tamanho físico, nem ao quantitativo de catedrais construídas por mãos humanas, mas aos reais adeptos, membros locais, os congregados. Sejamos sinceros, gostando ou não, está igreja retrata a diversidade e a pluralidade social e econômica, de um povo que adora a Deus, em todo território brasileiro. Uma igreja diferente, que não veio importada da Europa ou da América; porém, nasceu, formou raízes e floresceu nessas terras, tupiniquins. Seu sotaque, seus sons e suas cores...