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T03 20 - Onde Jesus está?

Parte I Início de ano é momento de planejamento, cronogramas e planilhas. Sim, sentamos, e mesmo inconscientes fazemos projeções de alcance; a curto, médio e longo prazo. Calculamos o como, e escrevemos os objetivos do até onde podemos chegar. As áreas são diversas; educacional-profissional e sentimental-emocional são ao menos algumas que sempre estão presentes. Ambos impactam os nossos melhores planos, de modo positivo ou negativo, dependendo sempre da nossa mente e do coração. Todas as pautas ou anseios vem dessas duas, mente e coração. Lembrando que uma não vive sem a outra, assim como razão e emoção, que não se opõem; mas complementam. "Que possamos renovar o intelecto e expor os nossos desejos e paixões". Porém, nos vem logo a questão sobre dependência. Se minhas vontades para este ano são sustentadas pela minha mente e coração, o que ou quem sustentam ambos? E ainda por extensão, de onde elas se originam? Difícil. O silêncio é uma boa resposta. Aprend...

T02 20 - Atração.

A arte, ela, está aqui, ali e em toda parte.  O excesso dificulta até o foco no ponto e plano,  quando compreendê-la é o que desejamos. Nela, pintura traz beleza, a música ultrapassa as barreiras e a dança nos faz movimentar. Sem ela o mundo seria frio, escuro e coberto de terror. Que bom que alguém a criou. É difícil pensar que foi por acaso. Com a mesma me expresso. Meus sapatos vermelhos dizem o quão alegre estou, Minha roupa cinzenta o equilíbrio,  já as minhas madeixas gritaram:  Oh jovem despreocupado! Afirmo, somos os protagonistas, pelo menos da nossa própria vida. O mercado "econômico" tenta a todo momento criar necessidades por meio da arte (refém) e nos atrair, quando na verdade nós que somos a atração, a coroa da criação! Não são os objetos e as marcas que dizem quem somos, pelo contrário, nos que a significamos. Porém, infelizmente, damos valor ao dinheiro e aos maus exemplos. Estes se tornam nossas atrações de cada dia, pois, sempre que possível a coloc...

T01 20 - Perfeita canção.

Se as nossas vidas são linhas melódicas? Disso não tenho dúvidas. Mas uma hora ou outra ela ecoa fora da tonalidade. 1. Ponto é, quem dá a tonalidade? Na música há o conceito de escalas, o que em tese são notas (frequências) que possuem uma ordenação. A escala maior natural, conhecida de todos (Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si Dó) possui distância de um som para outro; os chamados intervalos. Quando não se alcança estes mesmos temos o fenômeno da desafinação. (Veja exemplos) Mas só há desafinação se soubermos o tom. Como andam as melodias da vida? Depende! Mas a canção possui ritmo (pulso), e por mais que não notemos há uma métrica que rege a colocação e momento de cada som; não é aleatório, por acaso ou sem querer; mas proposital. Nós sentimos, sentimos o periódico das pausas de silêncio também, pois estas são tão importantes quanto os picos de volume que ousamos em aplaudir. 2. E o compasso da nossa vida? Está simples, composto ou um rolo, ao ponto de não dar para entender ...

TEx 20 - Por traz da Tirania.

Alguns regimes totalitários que os últimos séculos providenciaram obteve líderes que tinham de modo definitivo seus fundamentos (em mente) e a suas paixões (coração). Nesses homens a busca e a baixa por um modelo intocável de sociedade. Trago alguns nomes conhecidos, os rostos que aparecem na TV e nos livros. Adolf Hitler, Josef Stalin, Saddam Hussein, Benito Mussolini e Kim Jong-un. Logo retornaremos a essas personalidades, mas não iremos nos aprofundar em suas particularidades.   No entanto, o mundo moderno tem desconsiderado estes por desconhecê-los, deixando raso discussões políticas a todo momento. Resgatar estes perigosos modelos e referência é uma forma de te avisar: “Não há nada de novo debaixo do Sol.” Não estou valorizando seus trabalhos, estes mesmos foram responsáveis pela morte de milhões em nome de bandeiras que não importam aqui descrever. Mas se fosse para fazer um memorando, descreveria sobre Nelson Mandela e Martin Luther King sem dúvidas. Porém, para pessoas...

TEx 2019 - Celebrando o fim de ano (2017, atualizada II)

As festividades de fim de ano são aguardadas por muitos de nós desde quando elas terminam. Mesmo não sabendo suas origens, conceitos e fundamentos (por nossa opção), não usamos a preocupação, resolvemos mesmo é festejar, continuamente, mesmo à mercê. Mas o conhecimento liberta, porém liberdade não traz felicidade implicatória como se tem ditado por aí, aliás, ela em verdade acarreta muita responsabilidade. Assim, as gaiolas que hoje são enfeitadas e não nos machucam, se tornam pretexto para deixar sempre o outro dizer o sentido e significado do que faço, do como vivo e logo, o que irei celebrar. Dizem que o personagem principal das comemorações de fim de ano é o menino Jesus, o Cristo; mas gostaria de pensar que nele há um contexto judaico de legislação, um punhado de declarações proféticas, algumas narrativas e belas poesias, e se desconsidero tudo isso, o próprio texto bíblico que o apresenta se desfalecesse; como por exemplo Isaías 53 e Salmo 22, quando indica abertamente predicados...

T10 2019: A Mente

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Em Arthur Fleck, Michael Scofield, Sergio Marquina e Walter White. Sumário: I. Quem dita o que é o normal? (OK) II. O coração tem o seu lugar. (Sentimentos, emoções e equilíbrio) III. A realidade, a ficção e a relação. (Crise existencial e a falta de sentido) IV. A responsabilidade Intelectual. (Pensar, duvidar, refletir)  V. Desdobrar a mente dos personagens. (A nossa doença e a Insuficiência de ser bom) VI. O Evangelho como resposta para a humanidade. (*Atenção: Este é o texto inicial, logo ele apenas introduz a discussão sobre o tema acima*) I. Quem dita o que é o normal?  Nós, por muito, temos a tendência em não seguir as próprias motivações, e isso é bem natural. Devido ao fato de não conhecermos a dimensão do universo que nos cerca, e as suas múltiplas esferas, resolvemos pela lógica se assegurar em algo mais firme que nossos pensamentos. Isto é suficiente para questionamentos de modo emergente sobre o que envolve cada um de nós; colocando os nossos suspiros "intencionai...

TEx 2019: Hey Teacher!

A vocês que foram atraídos a escolherem se dedicar pelo outro, os verdadeiros, que nasceram e/ ou foram lapidados ao longo da jornada a seguir a incrível vocação de ensinar, a lutar pela educação, deixo registrado os meus eternos agradecimentos, pois:  "Sou fruto daqueles que semearam aqui", logo, de cada um de vocês.    A data de hoje é simbólica, como qualquer outra comemorativa, mas isso não tira a sua densidade, na verdade ela valoriza os dias comuns; sim, aqueles que antecedem as grandes datas, pois o professor é a pessoa dos bastidores, ele pouco se evidencia, sabe do seu papel nobre e silencioso, não precisando de purpurina para ser um otimista desbravado, entretanto, odeia o pessimismo engessado. Ele é em tudo um realista.   Desde a infância, somos ensinados a ter contato com a realidade, independentemente do método. Os passos que seguem a estrutura basicamente são estes abaixo (não necessariamente nesta ordem ou forma); com a alfabetização sendo apenas a ...