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T02 21 - RÁPIDO NO QUE NÃO IMPORTA, E LENTO NO QUE INTERESSA! (COMPLETO)

Toda vez que se perdemos no caminho, é preciso retornar aos pontos de bifurcação; das grandes dúvidas, das múltiplas opiniões. Nesse caminho longo, rebobinamos a fita, para entender de modo dinâmico o como o subjetivo vem substituindo o objetivo. Para esse retorno, precisamos utilizar a ideia de "causa-efeito", e assumir que existem questões de ordem primeira, que antecipam diversas outras. São Tomás de Aquino utilizou este conceito para levantar perguntas de ordem existencial, tanto no que tange o universo, quanto os seres humanos. Se somos efeito, qual é a causa? Pois bem, vamos observar em campos ramificados a formulação dos temas de ordem primeira. Como, na teologia; que segundo Kevin Vonhoozer tem a primazia em Deus, na Bíblia e na Igreja. Na filosofia; a primazia vem ao menos pela ontologia, e epistemologia; o como conhecemos. (Ultimamente tenho pensado nas primeiras questões da matemática; em breve refletiremos frente a elas, aguardem!)  Mesmo com os exemplos acima, to...

T12 20 - Aos eternos alunos que assumem o seu papel.

Quando o óbvio não é esclarecedor, se faz necessário um urgente retorno; ainda mais em tempos difíceis, onde quase todos querem ser mestres de tudo, e a maioria acaba sendo discípulo de absolutamente nada. Em poucas palavras quero trazer à memória um aspecto do ser humano, este que é tanto falado, cantado e expressado. O de ser sempre um aprendiz, numa eterna jornada. Isso não quer dizer que o sujeito sempre será imaturo, ou não habilitado a ensinar; na verdade, isso o torna humildade, em se colocar sempre em seu lugar, de eternos alunos.  Não é fácil ser aluno, e aqui não estou falando de frequentadores de prédios e salas de aula apenas. Nesses dias, foi provado a diferença entre quem é de fato um estudante, aqueles que realmente assumem o seu papel, sendo responsáveis.  E a todos estes, principalmente aos que passaram por minhas classes, e mesmo em distanciamento social, não se recusou a fazer uma só atividade, participar das reuniões ou mesmo levantar suas dúvidas e questõe...

TEx 20 - Humanas, para que? A necessidade de fiscalização pública!

Nosso país, não de hoje, está longe de ser um grande fomentador das ciências, e das boas análises. Nos dias atuais, em meio a pandemia, só se tem criado mais dificuldades frente a isso.  De onde tiro essa ideia? A priori, da falta de valorização do cientista em nossas terras; fazendo com que o jovem prefira qualquer formação; menos a de pesquisador. Não o atrai. Mesmo assim, existem outros problemas. Como a parcialidade, e a "pseudo" valorização a temas do eixo tecnológico e inovador, fazendo com que apenas essa área seja chamada de ciência no senso comum. Como professor de Matemática, entendo a relevância de tal eixo, porém, atento, que antes da matemática, e uma supervalorização das "ciências naturais" e das "exatas" sou professor, um humano que se preocupa com outros seres humanos. Percebo que as "exatas" não resolvem tudo. Ela não pode ser colocada em pedestais. Veja, ela no máximo apresenta "o para quê das coisas"; porém a filosofi...

T11 20 – Nem Apolítico, nem politizado.

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Nem sempre negar é uma boa maneira de começar. O conceito negativo em nossos dias, tem se tornado fonte de escândalo em diversas esferas, como se fosse uma ideia que precisasse urgentemente ser erradicada. Em oposição, o positivo deveria ser sempre auto-afirmado. Assim fazemos, ciclicamente, com nós mesmos em primeira instância; nunca podendo ser exortados; nem com as palavras, muito menos em nossas ações. Parece que o negue-se a si mesmo , condição necessária para um seguidor de Jesus, é uma ideia ultrapassada, não cabendo como lição a atual sociedade, menos ainda, as novas crenças. Possivelmente, o termo mais ouvido pelas crianças em seu desenvolvimento é o “não”; este ensinou na dor; lacrimejou, e querendo você ou “não”, nos gerou. Mais que isso, na sua longa jornada formou, e forma, milhares de cidadãos ao redor do mundo. Somente valorizando as negativas é que podemos compreender o que queremos falar quando dizemos os conceitos, apolítico e politizado.  Etimologicamente, na pa...

T10 20 – O avivamento tridimensional.

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Jefferson de Melo. (1-5 páginas) Parte I. Introdução.   Ao longo do tempo uma palavra, carregada de significado, foi expressa. Os espaços, mesmos modificados, não a ignoraram. Tão forte, que dependendo de como ela é interpretada, uma linguagem pode ser gerada; e logo trazer mudanças à nossa realidade. Estamos falando de uma palavra gasta em nossos dias, já que muitas pessoas a utilizam, mesmo sem conhecer o que ela quer dizer. Já outros, trazem o seu conceito, mesmo sem saber, como descrever. Para que se possa fugir do reducionismo, ou mesmo das ampliações, para além do que se cabe a mesma, vamos recorrer à etimologia, a origem da palavra; para que tenhamos um melhor aproveitamento em relação ao sentido real do que falamos, quando dizemos o verbo avivar . No hebraico ( חיה ), transliterado hyh. Segundo o dicionário de hebraico-português temos estas definições para avivar: ser reanimado, ser revivido, ser restabelecido. (Berezin, 2003, p.231). Podemos observar o desdobramento ...