LOU.VOR
- Ato de louvar(-se)
- Reconhecimento dos méritos; louvação.
E na bíblia? Vejamos:
No jardim do Éden, natureza, criaturas e a coroa da criação reconhecem o seu criador, e o louvam. (Sl. 148.1-5)
No tabernáculo, apesar do pecado “a fora”, onde o “povo” não quer louvar Yahweh; homens ainda são separados, e na tenda de Moisés Ele é adorado.
Na tenda de Davi a arca da aliança é reivindicada, e o Senhor quer habitar por definitivo em meio ao seu povo. O louvor se estende, ao cântico contínuo.
O templo de Salomão replica a glória a quem é digno. Nos salmos, seus louvores se tornam um convite “missional” ao que Deus fez, faz e ainda fará.
A igreja é um protótipo cósmico do que já começou, e jamais acabará! Ela olha para trás e vê um povo que canta, louva e adora o desejado das nações; vibrante, olha para frente - a eternidade, e continua neste mesmo ministério.
Por fim, na sala do trono, “todos os presentes” lançam suas coroas ao centro, reconhecendo que nada são, e que Ele é: Santo! O louvor ali é uníssono, ao único digno, de desatar os selos e abrir o livro, o cordeiro e o Leão. (Ap. 5.13)
A Bíblia apresenta diversos textos, mostrando que o louvor está inserido no cerne de sua narrativa, do início ao fim. Seu habitat e práxis são cruciais para o discípulo.
Assim, o mestre nos faz um convite. Iremos imitar o modelo bíblico de louvor ou os reality shows, programas de televisão e entretenimento - em nossas congregações? Clamamos!
Chega de cantar somente com os lábios (Is. 29.13; Mt. 15.7-9), é mais que hora de dispormos um coração verdadeiro, em espírito e em verdade (Jo. 4.24).
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