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Mostrando postagens de maio, 2024

OS PERIGOS DO VÍCIO EM CELULAR E COMO EVITÁ-LO

Estamos vivendo tempos difíceis, onde a dependência e os vícios se tornaram comuns em nosso meio. É de se notar que, existe uma ênfase para este problema; porém o objeto de atenção a esse fato se prende ao cigarro/ tabagismo, a bebida/ alcoolismo e as drogas, de modo geral. Entretanto, existem campanhas populares, esforços públicos para se evitar tais vícios, pois já se entende, que há um perigo eminente em ignorar as pessoas que estão nesta dificuldade. Será que este alerta não deve ser aplicado a outros tipos de "vício"?  O desequilíbrio é um problema intrínseco do ser humano; que torna qualquer coisa em excesso, prejudicial. Seja por vias físicas, mentais ou espirituais; os vícios, que oriundam da falta de controle ou limites frente a algo, se torna uma arma contra si próprio. Dentro disso, alertamos sobre os "smartphones", que a cada ano estão nas mãos de pessoas mais jovens. "Nomofobia" é mais comum do que parece, já que a geração Z (pessoas que nasce...

MAMMA, MADRE, MÃES!

Maria, Tu sabias que Teu filho andaria sobre as águas? Maria, Tu sabias que o Teu bebê salvaria nossos filhos? Sabias que o Teu bebê viria a Te moldar? O ser a quem deste a luz seria a Tua luz? (Buddy Green, Mark Lowry) Não importa a língua (idioma), a tribo (povo) ou a nação (cultura); as mães possuem lugar de destaque; por tudo que são, por tudo que fazem. Há uma dádiva em doar a vida, que apenas as mulheres que passam por este processo conhecem.  Claro que, o ato de gerar não é suficiente para se constituir uma mãe. É preciso apreço, amor e o cuidado pelo filho, mesmo sob ignorância de quem ele ira se tornar. Em contrapartida, o filho se reconhece na mãe por relacionamento, e não auto declaração. Sobrenomes não significam nada se os efeitos da graça não acompanharem a vida de ambos. Digo isto como todo o temor, pois acreditem, há inúmeras crianças “órfãs” de “pais vivos”.  Aparenta um dilema, a frase a cima; mas é o que temos visto e ouvido: Famílias desintegradas, e o pape...

ARTE, CATÁSTROFE E SOLIDARIEDADE

No último final de semana, os olhos do Brasil e do Mundo se voltaram a duas "realidades". Uma, no Rio de Janeiro, e as praias de Copacabana; e a outra no Rio Grande de Sul, e toda região envolta a Porto Alegre. Em uma, a arte de uma das artistas mais consagradas dos últimos 40 anos. Símbolo de uma cultura, a rainha do pop, em um show avassalador, com poderio de movimentar a economia de um estado; Madonna, arrastou milhões de pessoas, tanto presencial, como por meios televisivos. Muitos pararam para assistir este show tão especial. Ali, virou um "porto, alegre".  Já no sul, a realidade era, e é, bem diferente. As chuvas excessivas geraram a maior catástrofe que os gaúchos presenciaram na história. Atestando mais de um milhão de pessoas afetadas, com mais de cem mortos e perdas irreparáveis, inúmeros cidadãos começaram a se compadecer pela causa.  Seja com assistência social, ongs, empresas, jogadores de futebol, escolas ou igrejas; se iniciou um movimento de prestaçã...