FÉ, CRENÇA E JOVENS CRISTÃOS
Parte I A nação brasileira possui em seu documento mais famoso (Constitucional Federal 1988) a síntese, de que somos laicos. Termo confundido por muitos, já que um estado laico não significa um estado ateu; e sim, um estado que respeita, dialoga e se abre as diversas representatividade de crença e da fé. Já dizia o sábio: "O estado é laico, mas as pessoas não". Isso quer dizer, em resumo, que todos nós cremos e depositamos a nossa fé em algo, mesmo que não seja uma divindade, como o Deus-trino da Bíblia. Podendo ser, alguém, algo ou até mesmo "eu próprio", digno de toda crença e fé. Esse conjunto de crenças, envolto na fé, remonta um aspecto do ser humano, o religioso (Homo Religiosus) João Calvino disse que todos temos um senso de algo superior a nós (sensus divinitatis), logo, uma necessidade, por tal insuficiência humana, de crer e manter a fé. Tomás de Aquino trabalhou a ideia de que precisamos de Deus para conhecer determinadas coisas; já Agostinho confesso...